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| Foto: Sbt News |
O presidente afastado do São Paulo FC, Júlio Casares, afirmou ser alvo de armação política, traições e ameaças, em mensagem enviada a amigos e conselheiros do clube no domingo (18). No texto, ele diz que foi “até o fim” e garante que não tem culpa nas acusações que resultaram em seu impeachment.
Casares teve o afastamento aprovado pelo Conselho Deliberativo, que votou pelo impeachment após denúncias de prejuízo financeiro ao clube, envolvendo suposta venda de jogadores abaixo do valor de mercado e uso irregular de camarote no estádio. Ao todo, 188 dos 235 conselheiros votaram pela saída do dirigente.
Na mensagem, o empresário afirma que foi prejulgado, critica o que chama de ilações plantadas na mídia e diz que sofreu ataques que atingiram também seus familiares. Segundo aliados, ele deve renunciar ao cargo, embora tenha enviado sinais contraditórios nos últimos dias.
Casares classificou a decisão como política, destacando que ainda teria cerca de 10 meses restantes de mandato, e afirmou que agora vai se dedicar a reverter as acusações e recuperar sua reputação.
Com o afastamento, o vice-presidente Harry Massia Júnior, de 80 anos, assumiu interinamente a presidência do São Paulo.
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